Bom pra começar, PLATÔNICO é um termo popular etimologicamente proveniente do nome do filósofo grego Platão, até aí, nenhuma novidade e que sentimentos como este podem ter mil e uma definições e/ou conceitos, também não são leigos ao conhecimento de ninguém, como por exemplo, a definição usada pelo próprio Platão: “Algo essencialmente puro e não inspirado em atos de paixão (que é um sentimento movido por impetuosidade, atração, desejo, arrebatamento, aproximando-se da cólera e a um passo do violento, em certos casos)”.

Já para Sócrates, o amor era um meio de ascensão para contemplar o divino, mesmo discurso, utilizado pela profetisa Diotima de Mantinéia (Jadwiga Luszczewska), que defendia o uso correto de amar dos seres humanos como sendo algo a se direcionar a mente ao amor divino, ou seja, assexuado, defendendo assim o sentimento platônico.

Mas, deixando todo esse papo teórico e/ou literário de lado, vamos à prática que sempre se contra põem e o problema é os “atropelos” que essa experiência conduz, principalmente quando o “objeto” de nosso sentimento platônico desconhece o fato, enfim existe um risco muito grande nesse percurso que ocorre quando ele “sem querer” atravessa a fronteira da realidade (para esse caso relembre a descrição acima sobre quem desconhece o fato).

E aí, onde, quando, como achar o limite e/ou o retorno para não envolver-se em uma enorme confusão? E pior ainda, perder-se em meio a esse sentimento a tal ponto e acabar envolvendo terceiros, misturando assuntos e/ou situações alheias. Infelizmente a receita não existe, mas o CUIDADO PERIGO! É sempre uma boa pedida, por isso fantasiar, sonhar e até mesmo viajar na maionese (é válido, e ainda não paga imposto).

Porém é sempre bom lembrar e quem avisa amigo é (frase até clichê) e muito certa, já que todo cuidado pode ser considerado insuficiente, principalmente, para aqueles que estão em transição à fase adulta (a famosa e tumultuada puberdade), não que este seja um ponto determinado, mas bem afável por conta do turbilhão de hormônios  eclodindo, pois qualquer um em qualquer idade e/ou momento da vida está sujeito a “sofre” com essa situação.

Que atire a primeira pedra aquele que puder exclamar em alto e bom som: – Eu nunca passei e/ou passarei por isto! Não, essa figura não existe, simplesmente por que faz parte da vida, do crescimento como indivíduo e convenhamos é muito gostoso também, deitado, de pé, andando e/ou parado fechar e/ou não os olhos e ver, ouvir e sentir aquele ser monumental dente de si (desculpe pela frase), mas “do jeitinho que o Diabo gosta”. Fazendo, dizendo tudo que o nosso coraçãozinho imaginar e/ou desejar é muito bom, adoro! E você?

Source: Minha Autoria.

 

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